Tudo verificado por parser sobre os extratos oficiais (SISPAR + Regularize). Os valores são os totais correntes da Dívida Ativa.
Passivo total
R$0
161 inscrições · DAU + FGTS
Regularizado
R$0
89 inscrições · negociadas no SISPAR · 64%
Exposto
R$0
71 inscrições · cobrança / execução · 36%
RISCO
Execução fiscal viva
R$0
3 execuções · 18 CDAs · penhora iminente
2026
Dívida nova (só 2026)
R$0
17 inscrições · maior delas em 22/06
Classificação CAPAG
Grau D
Irrecuperável · mantém desconto de até 70%
Composição da Dívida
Dois terços sob controle. Um terço sangrando.
A maior parte do passivo já está dentro das transações ativas — com exigibilidade suspensa. O alvo é o bloco exposto.
Anatomia do passivo
R$ 4,23 mi · clique nas legendas para isolar
Bloco exposto, por situação
onde mora o risco · R$ 1,53 mi
Risco Imediato
Três execuções fiscais rodando agora.
R$ 442 mil em CDAs ajuizadas e fora de qualquer acordo — sujeitas a penhora a qualquer momento. Subseção de Sorocaba (foro 6110).
5000484-05.2023.4.03.6110
R$ 0
11 inscrições · a maior execução ativa não negociada
5005129-78.2020.4.03.6110
R$ 0
4 inscrições · CDAs de 2017 ainda vivas
5005644-11.2023.4.03.6110
R$ 0
3 inscrições · mesma origem dos acordos rompidos
São, em grande parte, as mesmas CDAs que saíram das transações canceladas e caíram na fila da execução. O protesto é a ponta visível — a penhora é a faca no pescoço.
O Moinho
A dívida corre mais rápido que a capacidade.
De R$ 1,8 mi (2021) a R$ 4,23 mi (2026): o passivo dobrou e meio enquanto a capacidade de pagamento patinou. A distância entre as linhas é o que o grau D reconhece como irrecuperável — e o que se renova a cada novo tributo não pago.
Cancela, re-adere a um edital novo, cai de novo. Só em 2026 entraram R$ 391 mil de dívida nova. Sem pagar o corrente, qualquer acordo sobre o passado nasce furado.
Fluxo das CDAs
Por onde escorre cada natureza.
As mesmas inscrições foram recicladas por sucessivos editais. Veja quanto de cada natureza chegou a salvo (regularizado) e quanto ficou exposto.
O Histórico
14 transações em cinco anos.
Seis morreram (canceladas/rescindidas), sete seguem vivas, uma foi quitada. Filtre e passe o mouse.
A Saída · Edital PGDAU 06/2026
Duas transações colocam o exposto em dia.
Simulação oficial no Regularize. Grau D entrega ~49% de desconto sobre o que é negociável hoje — R$ 561 mil perdoados, nunca sobre o principal.
Opção 1 — Demais Débitos
145 prestações · redução até 70% · 27 CDAs
Sem descontoR$ 0
Desconto– R$ 0
Total a pagarR$ 0
Entrada 12× R$ 2.822,00 depois 133× R$ 2.013,09
Opção 1 — Previdenciário
60 prestações · redução até 70% · 27 CDAs
Sem descontoR$ 0
Desconto– R$ 0
Total a pagarR$ 0
Entrada 12× R$ 2.891,63 depois 48× R$ 5.110,97
Desconto por opção
total a pagar + desconto = valor sem redução
Confronto das CDAs — nada do negociável ficou de fora
As 17 que ficam de fora têm todas inscrição em 22/06/2026 — além do corte do edital (débitos inscritos a partir de abril/2026 não entram). Não é falha do plano: é o limite da regra. Ficam para a próxima janela.
Dois Cenários
Quanto pesa por mês, antes e depois.
A parcela unificada sobe ~R$ 5,7 a 7,1 mil/mês ao trazer o exposto. Cabe na capacidade que a própria PGFN estima (R$ 28,2 mil/mês) — mas aperta, e a parcela cresce depois da entrada.
Antes · 7 ativas
~R$0
por mês · estimado
Depois · 1º ano
~R$0
+2 transações (fase entrada)
Depois · ano 2–5
~R$0
a parcela sobe, não cai
Capacidade PGFN
R$0
teto estimado /mês (60m)
Carga mensal por fase
linha tracejada = capacidade PGFN · parcelas das 7 ativas estimadas
Para o Cliente · Em Linguagem Clara
Por que não cancelar um acordo nem juntar tudo num só.
Duas ideias parecem boas à primeira vista — e as duas custariam caro. Em poucas linhas, o porquê.
"E se a gente cancelasse um acordo e fizesse outro, melhor?"
Os acordos que já estão de pé já vieram com desconto — a empresa está na faixa de maior abatimento da Receita, e esse desconto já está garantido neles.
Cancelar para refazer seria abrir mão do desconto que já está travado e recomeçar do zero. Como a dívida acumulou mais juros desde então, o acordo novo sairia igual ou pior — nunca melhor.
No meio do caminho, a dívida volta ao valor cheio, retorna à cobrança e pode ser protestada de novo.
Alguns acordos foram fechados em 145 meses (mais de 12 anos para pagar) — um prazo longo e raro, que não se recupera com facilidade.
Cancelar destrói um benefício que já é seu, sem nada em troca.
"E se a gente juntasse todas as dívidas num acordo só?"
A lei não permite. Ela separa a dívida por tipo: a previdenciária (INSS) só pode ser parcelada em até 60 meses (limite da Constituição); as demais vão até 145 meses. Tipos com prazos diferentes não cabem no mesmo acordo.
Por isso os acordos já estão separados por tipo — não é desorganização, é a regra.
Cada programa da Receita tem uma data de corte: a dívida nova (a partir de abril/2026) não entra em acordo nenhum ainda. Nem "tudo junto" alcançaria as inscrições mais recentes.
"Um acordo único" não existe como opção — a separação é obrigatória.
O que já está bem resolvido, a gente preserva. O movimento certo é trazer para dentro o que ainda está solto — com as 2 transações novas, cada uma no seu tipo. É a melhor organização que a regra permite, sem jogar fora nenhum desconto.
A Decisão
Caminho híbrido: edital agora, resíduo depois.
Aderir já ao que o edital cobre — trava 145m, suspende as 3 execuções — e varrer o resíduo na próxima janela. Sem deixar o rabo de R$ 391 mil abanar o cachorro.
Agora
Aderir às 2 transações
Edital PGDAU 06/2026, até 30/09/2026. Regulariza R$ 1,14 mi (54 CDAs), com R$ 561 mil de desconto, e suspende as 3 execuções fiscais + protestos.
Prazo · 30/09/2026
Depois
Varrer o resíduo
Os R$ 391 mil inscritos em 22/06/2026 entram na próxima janela (edital com corte posterior ou simplificada do resíduo). Não urgente — estão "a ser cobrada", fora de execução.
Próxima janela
Sempre
Parar o moinho
Pagar o tributo corrente. R$ 391 mil de dívida nova só em 2026 mostram que, sem isso, cada edital deixa um novo resíduo.
Estrutural
A trava crítica antes de clicar em "aderir"
O conjunto fica em ~R$ 22,2 mil/mês no 1º ano → ~R$ 23,6 mil/mês do 2º ao 5º (a parcela sobe depois da entrada, porque a básica previdenciária de R$ 5.110 entra). A GAPLAST já rescindiu/cancelou 6 acordos. Se esses ~R$ 23 mil/mês não forem sustentáveis, a adesão rescinde de novo — volta tudo para execução e perde o desconto.
→ O stress-test do caixa é o gate. Se não couber com folga, a transação simplificada (parcela sob medida pela capacidade, e que ainda inclui os R$ 391 mil) vira a opção mais segura — não só a mais completa.